O Trabalho de Profissionais Offshore à Luz da Psicodinâmica do Trabalho
DOI:
https://doi.org/10.31211/interacoes.n49.2025.a5Palabras clave:
Psicodinámica del Trabajo, Subjetividad, Trabajo, OffshoreResumen
El Trabajo de Profesionales Offshore a la Luz de la Psicodinámica del Trabajo
El objetivo de este estudio fue comprender el trabajo de profesionales offshore en plataformas de petróleo y gas a la luz de la Psicodinámica del Trabajo. Se buscó identificar los principales tipos de trabajo de estos profesionales, según la tipología de la PDT. Se realizaron diez entrevistas semiestructuradas, cuyos datos fueron analizados mediante la técnica de Análisis de Núcleos de Sentido. El trabajo en el mar implica una ambigüedad de emociones y significados que ponen de relieve vivencias y dinámicas intersubjetivas muy particulares de la rutina de aislamiento en las plataformas. Dicha rutina, según los resultados de la investigación, está condicionada por la existencia de numerosas reglas, normas de seguridad y de conducta, dada la vivencia cotidiana de situaciones peligrosas y de riesgo. Se concluye que, en lo que respecta a las dimensiones del trabajo offshore, predomina el trabajo prescrito y el colectivo, destacándose la organización del trabajo y las relaciones laborales. Las dinámicas están marcadas por la inteligencia astuta, el aumento de la carga psíquica, la búsqueda de reconocimiento y la gratitud a Dios. Las vivencias oscilan entre el placer asociado a la amistad y a la identificación con el trabajo, y el sufrimiento marcado por la nostalgia de la familia. La competitividad y los estados de salud y enfermedad articulan demandas físicas y, sobre todo, emocionales, influidas por los riesgos y las condiciones adversas del trabajo offshore.
Descargas
Citas
Adeoye‐Olatunde, O. A., & Olenik, N. L. (2021). Research and scholarly methods: Semi‐structured interviews. Journal of the American College of Clinical Pharmacy, 4(10), 1358-1367.
Aguiar, R. G., & Santos, A. C. B. (2017). Conflitos nas relações sociais de trabalho no contexto da nova gestão pública à luz da psicodinâmica do trabalho. RACE, Edição Especial, 157-184.
Alvarez, D., Figueiredo, M., & Rotenberg, L. (2010). Aspectos do regime de embarque, turnos e gestão do trabalho em plataformas offshore da Bacia de Campos (RJ) e sua relação com a saúde e a segurança dos trabalhadores. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, 35, 201-216.
Antenor, G. A. C., Oliveira, C. Í. de, Farias, F. G., & Andrade, R. D. de. (2020). A psicodinâmica do trabalho em polos turísticos da cidade de Fortaleza: Tramas psicossociais em diferentes ambientes de trabalho. In C. R. M. da Silva (Org.), Administração de empresas: Estratégia e processo decisório 2 (p. 143-162). Ponta Grossa: Atena Editora.
Araújo, F. S., Nepomuceno, V., & Alvarez, D. (2019). Em busca da produtividade na mineração de carvão: Uma análise dos coletivos e competências nas minúcias da atividade de operadores de minitrator. Laboreal, 15(1), 1-26.
Areosa, J. (2019). O mundo do trabalho em (re)análise: Um olhar a partir da psicodinâmica do trabalho. Laboreal, 15(2), 1-24.
Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70.
Bauer, M. W., & Gaskell, G. (2018). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes.
Blackburn, P. J. (2023). Seafarers: “They that go down to the sea in ships to do business in great waters”. In K. S. Thompson (Ed.), Psychological support for workers on the move (Chap. 8). London: Routledge.
Bueno, M., & Macêdo, K. B. (2012). A clínica psicodinâmica do trabalho: De Dejours às pesquisas brasileiras. ECOS – Estudos Contemporâneos da Subjetividade, 2(2), 306-318.
Cavanellas, L. B., & Brito, J. (2019). Os desafios do cuidado em situações-limite: as dramáticas da atividade no trabalho humanitário. Laboreal, 15(2), 1-26.
Dashtipour, P., & Vidaillet, B. (2017). Work as affective experience: The contribution of Christophe Dejours’ “psychodynamics of work.” Organization, 24(1), 18-35.
Dejours, C. (1992). A loucura do trabalho: Estudo de psicopatologia do trabalho (5ª ed.). São Paulo: Oboré.
Dejours, C. (2004). Subjetividade, trabalho e ação. Produção, 14(3), 27-34.
Dejours, C. (2012a). Trabalho vivo: Trabalho e emancipação (Tomo II). Brasília: Paralelo 15.
Dejours, C. (2012b). Psicodinâmica do trabalho e teoria da sedução. Psicologia em Estudo, 17(3), 363-371.
Dejours, C. (2014). Work and self-development: The point of view of the psychodynamics of work. Critical Horizons, 15(2), 115-130.
Dejours, C., Abdoucheli, E., & Jayet, C. (2007). Psicodinâmica do trabalho: contribuições da escola dejouriana à análise da relação prazer, sofrimento e trabalho. São Paulo: Atlas.
Deranty, J. P. (2009). What is work? Key insights from the psychodynamics of work. Thesis Eleven, 98(1), 69-87.
Dos Anjos, F. B., Mendes, A. M., Santos, A. V., & Facas, E. P. (2011). Trabalho prescrito, real e estratégias de mediação do sofrimento de jornalistas de um órgão público. Revista Eletrônica Sistemas & Gestão, 6(4), 562-582.
Ferreira, J. B., Macedo, K. B., & Martins, S. R. (2015). Real do trabalho, sublimação e subjetivação. In Monteiro, J. K., Vieira, F. O., & Mendes, A. M. (Orgs.), Trabalho & prazer: teoria, pesquisas e práticas (pp. 33-49). Curitiba: Juruá.
Flick, U. (2009). Introdução à pesquisa qualitativa (3ª ed.). Porto Alegre: Artmed.
Fossum, I. N. Bjorvatn, B., Waage, S., & Pallesen, S. (2013). Effects of shift and night work in the offshore petroleum industry: A systematic review. Industrial Health, 51(5), 530-544.
Guérin, F., Laville, A., Daniellou, F., Duraffourg, J., & Kerguelen, A. (2001). Compreender o trabalho para transformá-lo: a prática da ergonomia. São Paulo: Edgard Blücher.
Klein, N. (2022). Geneva Declaration on human rights at sea: An endeavor to connect law of the sea and international human rights law. Ocean Development & International Law, 53(2-3), 232-268.
Lancman, S., Ghirardi, M. I. G., Castro, E. D., & Tuacek, T. A. (2009). Repercussions of violence on the mental health of workers of the Family Health Program. Revista de Saúde Pública, 43(4).
Mendes, A. M. (2007). Psicodinâmica do trabalho: Teoria, método e pesquisa. Brasília: Casa Psi.
Pires, R. V., & Chaveiro, E. F. (2018). A expansão do agronegócio × psicodinâmica do trabalho: Um estudo sobre os trabalhadores das usinas sucroalcooleiras do sudoeste goiano. PEGADA – Revista da Geografia do Trabalho, 19(2).
Potiron, M. (2020). O tabu da sedução como trabalho na profissão de ator: Elementos de uma investigação de psicodinâmica do trabalho. Laboreal, 16(1), 1-13.
Ross, J. K. (2009). Offshore industry shift work — Health and social considerations. Occupational Medicine, 59(5), 310-315.
Sznelwar, L. I., Uchida, S., & Lancman, S. (2011). A subjetividade do trabalho em questão. Tempo Social, 23(1), 11-30.
Vézina, M. (1996). La santé mentale au travail: Pour une compréhension de cet enjeu de santé publique. Santé Mentale au Québec, 21(2), 117-138.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Ana Zenilce Moreira, Ana Cristina Batista dos Santos

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Los derechos de autor de las obras publicadas son retenidos por el autor que otorga a Interações el derecho de publicación original. El artículo publicado se puede utilizar libremente con fines educativos, no comerciales, de acuerdo con la Licencia Creative Commons - Atribución-NoComercial 4.0 Internacional, siempre que el autor, el título del artículo, el título y el número de la revista sean citado junto con la URL o DOI del artículo.
